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Inteligência Artificial na educação é usada por 79% dos brasileiros

  • 18 de fev.
  • 2 min de leitura

A Inteligência Artificial na educação consolidou-se como o principal vetor de adoção tecnológica no Brasil, superando o uso puramente lúdico. Dados recentes da terceira edição do estudo “Our Life with AI“, conduzido pelo Google em parceria com a Ipsos, revelam um cenário de transformação profunda: 79% dos usuários brasileiros já utilizam a tecnologia especificamente para aprender algo novo. Esse índice não apenas demonstra uma mudança de comportamento, mas coloca o país em um patamar de maturidade digital superior à média global.


O levantamento, que ouviu 21 mil pessoas em 21 países com dados projetados para 2025, indica que o Brasil abandonou a fase de experimentação tímida. O uso de chatbots no país saltou para 71%, um crescimento expressivo de 25% em relação à primeira edição da pesquisa em 2023. Enquanto a média mundial de uso estacionou em 62%, os brasileiros demonstram uma voracidade ímpar pela integração da tecnologia em suas rotinas. A percepção de que a IA era apenas uma curiosidade passageira foi substituída por uma visão pragmática: a ferramenta agora é essencial para a produtividade e o desenvolvimento intelectual.



O fim da era da curiosidade e o foco na utilidade


Historicamente, novas tecnologias entram no mercado através do entretenimento. No entanto, o relatório aponta uma reconfiguração drástica nas prioridades nacionais. Se em 2024 o uso para diversão liderava com 83%, os novos dados mostram um recuo para 74%. Esse espaço foi preenchido pela busca por eficiência. Pela primeira vez, a aplicação da Inteligência Artificial na educação e no aprendizado assumiu o topo das estatísticas.


Outros usos práticos também ganharam tração e superaram o entretenimento. O auxílio em tarefas de trabalho já é realidade para 75% dos entrevistados, enquanto a geração de mídia atinge 72%. A educação, contudo, desponta como o setor onde o benefício é mais tangível e imediato. O otimismo é generalizado: 82% dos brasileiros acreditam que estudantes serão amplamente beneficiados pela tecnologia. Essa percepção se confirma na prática, pois a mesma porcentagem de usuários afirma que a ferramenta impactou positivamente sua metodologia de estudo.





 
 
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